sexta-feira, 3 de abril de 2020

Lapso

De 2015 até aqui aconteceu muita coisa.

Amores se foram, o mundo girou, invernos e verões se sucederam.

Eu já amei outras plataformas, algumas delas morreram;

Eu me diverti muito com o Twitter, e não entro lá há tanto tempo que nem consigo saber quanto.

Eu já curti um bocado o Instagram, mas ele é um álbum de fotografias que não me apresenta adequadamente, e se transformou em uma plataforma comercial irritante.

O Facebook então, eu já odiei tantas vezes que ainda não compreendi o meu vício em permanecer na plataforma. Eu cometerei Fecebookcídio em algum momento, ainda este ano. Ele me consome tempo e alegria. Eu me irrito profundamente.

Neste momento o planeta passa por uma Pandemia, como há um bom punhado de anos não acontecia. Uns 100 anos para dizer o mínimo.

A humanidade é um horror, a política é um veneno pavoroso, as relações sociais são pérfidas e eu francamente continuo querendo morar em uma caverna.


Certo. Vamos em frente.

Talvez eu recupere o prazer de estar nesta plataforma. Talvez. Vamos ver.

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